Poema nº 187
Eu perco o veio das palavras
que se encontram
tão tristes e tão entrelaçadas
dentro do meu mundo
que hoje parece um porão.
Acordo, noite.
Durmo, dia.
Sinto de longe o cheiro
da tempestade que se aproxima.
Tenho tanto medo
que me afogo por antecipação.
01 de Agosto de 2013.
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
domingo, 29 de setembro de 2013
148
Poema nº 148
Parte de mim
em fogo
queima a alma.
Que parte de mim
em água, apaga.
Essa dor que não
mata, fortalece.
Já quase não sinto nada
sobre a pele escalpelada
que me reveste.
24 de Maio de 2010.
Parte de mim
em fogo
queima a alma.
Que parte de mim
em água, apaga.
Essa dor que não
mata, fortalece.
Já quase não sinto nada
sobre a pele escalpelada
que me reveste.
24 de Maio de 2010.
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
Prece
Prece
Noite de Lua
Sábado sereno
beijo tua pele nua,
devoto de tua doçura,
faço uma dúzia de juras.
Ajoelhado a meu ídolo, tu,
sussurros são minhas rezas,
dedicadas a Afrodite, Selene e Eros.
Teu cheiro, erva enebriante.
Teu corpo, meu santuário.
O prazer, um relicário.
Gemidos, orações e mantras.
Nossa essência, uma alma em transe.
O êxtase místico.
Em mim o ciclo da trindade:
Shiva, Brahma e Vishnu.
(Re)Nascer a teus olhos.
Viver sob seus encantos.
Morrer em teus braços.
Transcender a eternidade.
17 de Agosto de 2013.
Noite de Lua
Sábado sereno
beijo tua pele nua,
devoto de tua doçura,
faço uma dúzia de juras.
Ajoelhado a meu ídolo, tu,
sussurros são minhas rezas,
dedicadas a Afrodite, Selene e Eros.
Teu cheiro, erva enebriante.
Teu corpo, meu santuário.
O prazer, um relicário.
Gemidos, orações e mantras.
Nossa essência, uma alma em transe.
O êxtase místico.
Em mim o ciclo da trindade:
Shiva, Brahma e Vishnu.
(Re)Nascer a teus olhos.
Viver sob seus encantos.
Morrer em teus braços.
Transcender a eternidade.
17 de Agosto de 2013.
sábado, 17 de agosto de 2013
Ofegantes
Poema nº 156
Tal virilidade
que penetra
a doçura
num ritmo
que evoca
uma música
de uma nota só.
Já cansado
então o êxtase
invade a alma.
05 de Novembro de 2011.
Ofegante
Não me importa a vida
quando o calor do teu abraço
esquenta meu corpo.
Quando tuas mãos suadas
acariciam minhas coxas.
Quando teus lábios trêmulos
percorrem meu pescoço.
Quem me importa a vida
quando nós nos amamos?
03 de Agosto de 2004.
Tal virilidade
que penetra
a doçura
num ritmo
que evoca
uma música
de uma nota só.
Já cansado
então o êxtase
invade a alma.
05 de Novembro de 2011.
Ofegante
Não me importa a vida
quando o calor do teu abraço
esquenta meu corpo.
Quando tuas mãos suadas
acariciam minhas coxas.
Quando teus lábios trêmulos
percorrem meu pescoço.
Quem me importa a vida
quando nós nos amamos?
03 de Agosto de 2004.
sábado, 3 de agosto de 2013
Embriaguez
Embriaguez
Minha mão,
tua nuca.
Dois lábios trôpegos
que se encontram
no meio da noite escura.
Os teus braços,
a minha cintura.
Dois corpos sôfregos
que se entregam
numa cama nua.
Meu coração,
tua respiração.
Dois pares de olhos que se cruzam
e um gemido seco
que atravessa a noite nua.
05 de Novembro de 2011.
Minha mão,
tua nuca.
Dois lábios trôpegos
que se encontram
no meio da noite escura.
Os teus braços,
a minha cintura.
Dois corpos sôfregos
que se entregam
numa cama nua.
Meu coração,
tua respiração.
Dois pares de olhos que se cruzam
e um gemido seco
que atravessa a noite nua.
05 de Novembro de 2011.
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