Na Estrada I
Na estrada
de ferro
me seguro na cadeira, algo concreto.
Sonhos não são palpáveis até se tornarem realidade.
O medo do desconhecido,
a segurança,
me fazem querer que essa viagem dure para sempre.
Ou até o tempo de você me salvar.
Te carrego como um amuleto,
uma joia preciosa de valor inestimável.
Te carrego em mim
enquanto sinto que você se afasta.
E meu trem segue pela estrada...
07 de Julho de 2014.
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sábado, 2 de agosto de 2014
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
187
Poema nº 187
Eu perco o veio das palavras
que se encontram
tão tristes e tão entrelaçadas
dentro do meu mundo
que hoje parece um porão.
Acordo, noite.
Durmo, dia.
Sinto de longe o cheiro
da tempestade que se aproxima.
Tenho tanto medo
que me afogo por antecipação.
01 de Agosto de 2013.
Eu perco o veio das palavras
que se encontram
tão tristes e tão entrelaçadas
dentro do meu mundo
que hoje parece um porão.
Acordo, noite.
Durmo, dia.
Sinto de longe o cheiro
da tempestade que se aproxima.
Tenho tanto medo
que me afogo por antecipação.
01 de Agosto de 2013.
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