Eternidade II
Um dia, um mês, uma eternidade.
Um amor que já não se cabe,
uma dor que não se sabe
se vai embora ou se fica.
Sem tristeza, sem alegria.
Um fim,
para um recomeço ou para a vida?
Dois meses e vinte e quatro dias.
27 de Agosto de 2013.
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sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Poema nº 173
Poema nº 173
Sofre,
mas nem sente.
A dor já faz parte da sua vida.
As lágrimas que enchem os olhos,
são as mesmas que enchem a alma.
O coração as vezes sente,
mas nunca se sente vazio.
Porque o amor é a dor que lhe cabe.
14 de Julho de 2012.
Sofre,
mas nem sente.
A dor já faz parte da sua vida.
As lágrimas que enchem os olhos,
são as mesmas que enchem a alma.
O coração as vezes sente,
mas nunca se sente vazio.
Porque o amor é a dor que lhe cabe.
14 de Julho de 2012.
quarta-feira, 27 de março de 2013
Problema Pequeno
Problema pequeno
Começa
como um sono tranquilo.
A alma deixa o corpo,
e por que não
o corpo deixa a vida?
Vai se perdendo
o gigante
no seu problema pequeno.
Pequeno no nome, na coragem.
Imenso na dor.
Quem precisa sentir o abandono
pra saber que ainda respira?
Eu preciso?
Já não me basta
doer o coração
pra saber que existia
alguém que não me pertence
e nem pertencia
mas que eu sentia?
03 de Abril de 2006.
Começa
como um sono tranquilo.
A alma deixa o corpo,
e por que não
o corpo deixa a vida?
Vai se perdendo
o gigante
no seu problema pequeno.
Pequeno no nome, na coragem.
Imenso na dor.
Quem precisa sentir o abandono
pra saber que ainda respira?
Eu preciso?
Já não me basta
doer o coração
pra saber que existia
alguém que não me pertence
e nem pertencia
mas que eu sentia?
03 de Abril de 2006.
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