Problema pequeno
Começa
como um sono tranquilo.
A alma deixa o corpo,
e por que não
o corpo deixa a vida?
Vai se perdendo
o gigante
no seu problema pequeno.
Pequeno no nome, na coragem.
Imenso na dor.
Quem precisa sentir o abandono
pra saber que ainda respira?
Eu preciso?
Já não me basta
doer o coração
pra saber que existia
alguém que não me pertence
e nem pertencia
mas que eu sentia?
03 de Abril de 2006.
quarta-feira, 27 de março de 2013
sábado, 16 de março de 2013
Tulipas
Tulipas
Se acordo triste
eu bem sei o porquê,
é de saudades
que a menina chora.
Vejo tulipas,
me lembram você
e do jardim que a gente ia ter.
Na nossa casa,
nosso quarto
e dentro de mim.
O amor não pode
esperar tanto assim.
16 de Março de 2013.
Se acordo triste
eu bem sei o porquê,
é de saudades
que a menina chora.
Vejo tulipas,
me lembram você
e do jardim que a gente ia ter.
Na nossa casa,
nosso quarto
e dentro de mim.
O amor não pode
esperar tanto assim.
16 de Março de 2013.
terça-feira, 5 de março de 2013
Poema nº174
Poema nº 174
Tão vazio que doí.
Um silêncio que ecoa,
Vibração que corroí o peito.
Sensação de desespero!
O corpo, uma prisão.
Quisera ter asas para voar.
Quisera ter forças para lutar.
Quisera poder desistir e recomeçar.
Quisera amar!
13 de Dezembro de 2012.
Tão vazio que doí.
Um silêncio que ecoa,
Vibração que corroí o peito.
Sensação de desespero!
O corpo, uma prisão.
Quisera ter asas para voar.
Quisera ter forças para lutar.
Quisera poder desistir e recomeçar.
Quisera amar!
13 de Dezembro de 2012.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Diafanidades
Diafanidades
Vivo como vivem os vilões,
deixados de lado.
Bailo no balanço das borboletas,
suaves pesares.
Vão, voando no vento
pássaros pequenos.
Belos, benditos,
sempre certos.
11 de Março de 2004.
Vivo como vivem os vilões,
deixados de lado.
Bailo no balanço das borboletas,
suaves pesares.
Vão, voando no vento
pássaros pequenos.
Belos, benditos,
sempre certos.
11 de Março de 2004.
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Em ver só
Em ver só
o Sol brilha.
Não são meus pés,
mas tua música que me guia.
Abre a janela,
abre a cortina,
se abra toda, meu bem,
e seja minha.
Abre a janela,
abre a cortina,
a primavera está lá fora,
não a deixemos ofendida.
20 de Setembro de 2006.
o Sol brilha.
Não são meus pés,
mas tua música que me guia.
Abre a janela,
abre a cortina,
se abra toda, meu bem,
e seja minha.
Abre a janela,
abre a cortina,
a primavera está lá fora,
não a deixemos ofendida.
20 de Setembro de 2006.
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