Final II
E me encontro perdido
no meio do nada.
Meu abrigo agora
voa aos pedaços
junto com o vento.
O que sobrou é
pequeno e leve
demais para se carregar.
Por isso me deixam
sozinho.
03 de Janeiro de 2008.
terça-feira, 24 de dezembro de 2013
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Poema nº 190
Poema nº 190
Vem me fazer sorrir
que hoje eu não quero desgraça.
Ao teu lado
todo dia é carnaval,
toda noite é fantasia,
na ilusão de ser feliz nos teus braços.
Não sei porque
eu tenho a sensação que te conheço,
mesmo com a certeza
de não te conhecer.
Nos teus olhos
fundos e frios
eu nem me atrevo a me perder.
E me dá um nó na garganta,
esse medo de te querer.
01 de Maio de 2013.
Vem me fazer sorrir
que hoje eu não quero desgraça.
Ao teu lado
todo dia é carnaval,
toda noite é fantasia,
na ilusão de ser feliz nos teus braços.
Não sei porque
eu tenho a sensação que te conheço,
mesmo com a certeza
de não te conhecer.
Nos teus olhos
fundos e frios
eu nem me atrevo a me perder.
E me dá um nó na garganta,
esse medo de te querer.
01 de Maio de 2013.
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Me perco
Me perco
Me perco pensando em você.
Preferiria me perder em teus braços.
Me perco pensando em você.
As vezes não me acho.
Me perco pensando em você.
E aos poucos te afasto.
Me perco pensando em você.
Já não sei o que faço.
Me perco pensando em você.
Te perco, eu falho.
28 de Novembro de 2013.
Me perco pensando em você.
Preferiria me perder em teus braços.
Me perco pensando em você.
As vezes não me acho.
Me perco pensando em você.
E aos poucos te afasto.
Me perco pensando em você.
Já não sei o que faço.
Me perco pensando em você.
Te perco, eu falho.
28 de Novembro de 2013.
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Super Nova Eu
Super Nova Eu
Eu, um descontrole completo.
Pequena demais pra tanto que cabe em mim.
Um infinito de coisas contraditórias
que se colidem, que explodem.
E que formam super novas tão brilhantes,
E que formam buracos negros sem fim.
Dentro de mim,
outro universo.
Um tempo de Plank ou um bilhão de séculos.
O espaço, ora menor que um átomo, ora em constante expansão.
Na velocidade da luz ou na inerte solidão.
13 de Novembro de 2013.
Eu, um descontrole completo.
Pequena demais pra tanto que cabe em mim.
Um infinito de coisas contraditórias
que se colidem, que explodem.
E que formam super novas tão brilhantes,
E que formam buracos negros sem fim.
Dentro de mim,
outro universo.
Um tempo de Plank ou um bilhão de séculos.
O espaço, ora menor que um átomo, ora em constante expansão.
Na velocidade da luz ou na inerte solidão.
13 de Novembro de 2013.
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Poema nº 173
Poema nº 173
Sofre,
mas nem sente.
A dor já faz parte da sua vida.
As lágrimas que enchem os olhos,
são as mesmas que enchem a alma.
O coração as vezes sente,
mas nunca se sente vazio.
Porque o amor é a dor que lhe cabe.
14 de Julho de 2012.
Sofre,
mas nem sente.
A dor já faz parte da sua vida.
As lágrimas que enchem os olhos,
são as mesmas que enchem a alma.
O coração as vezes sente,
mas nunca se sente vazio.
Porque o amor é a dor que lhe cabe.
14 de Julho de 2012.
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